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26 de junho de 2018 Última atualização: 10:57
Por Estela Craveiro
Foto: Renata de Brito

Além do refrescante Poço da Trilha D’Água no fim do percurso, o atrativo dessa trilha está na oportunidade de conhecer, ao longo dos seus quase três quilômetros de comprimento, a transição de vários ecossistemas da Mata Atlântica.


Mangue, mata ciliar, mata paludosa, restinga baixa, restinga alta e mata de encosta se sucedem, em meio a grande diversidade da flora, com exemplares como palmáceas, líquens, bromeliáceas e orquídeas, e de fauna, entre mamíferos, insetos, répteis e aves.


O dossel, que é o encontro aéreo dos galhos das árvores, varia no percurso, e a temperatura também. A trilha leva ao ponto de captação da água que abastece o Sesc Bertioga, e é mantida limpa e aberta. 

Foto: Renata de Brito

História e arquitetura

Na caminhada de três a quatro horas, entre ida e volta, surge um toque de história e arquitetura, com a passagem pela linha do bondinho de Itatinga e de uma antiga ponte de ferro do rio Guaranduva, afluente do Itapanhaú, que é preciso atravessar para entrar na trilha. Cada monitor tem seu esquema.


Uma das opções é sair de um píer do Mangue Seco, parte do bairro Rio da Praia localizada do outro lado da Rio-Santos. Nível de dificuldade fácil.

Foto: Renata de Brito


Quer conhecer?

Para agendar passeio entre em contato com o escritório da Fundação Florestal em Bertioga pelo fone (13) 3317 2094.



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